Músicas… coisas da vida!

As músicas realmente fazem parte da minha vida. Elas me fazem refletir e até orientam meu caminho. Por isso, resolvi unir trechos delas aos meus textos… é isso que verão aqui. Espero que gostem!!!

Sem dúvidas, prefiro a verdade!

27 de outubro de 2009

“A lua que brilha no céu, reflete no meu caminhar… A luz da inspiração. E a lua dana a brilhar (lá no ceu). Eu vejo o samba brotar (no papel). Partido alto ou samba de amor, pra expressar alegria ou dor,  tudo é enredo na mente de um compositor”
:: {A lua de um poeta, na voz de Diogo Nogueira} ::

 

Sei que a vida é um jogo e que usamos máscaras para nos enquadrar em cada função do dia a dia.
Mas, não é por isso, que precisamos passar por cima do que acreditamos ser justo e viver de aparências ou jogar sujo para atingirmos algum objetivo - seja ele qual for.
Definitivamente, estou fora das disputas de poder, das quedas de braços, das demonstração de capacidade, dos fingimentos…
Não vejo sentido nisso, pois eu sou o que sou. Para mim, a verdade e a sincerade valem muito mais a pena. São tão mais simples, mais belas…
Sabe…
Quero sorrir quando tiver vontade, mesmo que o assunto não tenha graça pra todo mundo.
Quero chorar para expressar uma emocão, mesmo que outras pessoas não vejam motivo para derramar lágrimas.
Quero falar alto só quando for fazer uma brincadeira com um amigo e não para me impôr ou mostrar que mando ou sei mais do que as outras pessoas.
Quero poder ficar em silêncio, sem que todos me perguntem se estou bem, mas, ao mesmo tempo,  quero continuar recebendo recados de algum amigo com uma frase engraçada, tentando me dar forças e voltar a sorrir.
Quero ter o direito de ser feliz por mim mesma, sem ter que dar satisfações o tempo todo de como isso é possível.
Quero continuar sendo forte, mas com direito de desmoronar quando precisar recarregar as energias e não ser considerada frágil neste momento.
Quero poder desvendar as pessoas, sem que elas já me sejam apresentadas com inúmeros preconceitos.
E, é claro, também quero ser desvendada, sem que me “vendam” com rótulos.
Quero continuar sendo solteira depois dos 35 anos, sem ter que fazer exame psicológico durante seleção de emprego para provar que não tenho nenhum distúrbio…
Mais uma vez eu pergunto: será que estou pedindo muito?

*Só um parêntese: a música do início se explica, porque escrevi esse texto vendo o Diogo Nogueira na TV… estava “tudo de” lindo e charmoso!!!! Bom, vamos ver se sonho com aquele sorrisinho malandro, então, né, Mara (hehehehe)!

Bons sinais!

11 de outubro de 2009

    “A gente só não inventa a dor, a gente que enfrenta o mal, quando a gente fica em frente ao mar, a gente se sente melhor…”
:: {A letra A, na voz de Nando Reis} ::

 Dizem que quando você não para espontaneamente, seu corpo te obriga a isso. Percebo que passo pela situação nos últimos dias - poucos antes das minhas férias, após quase 2 anos sem descanso.

Para provar a similaridade com a Dori (do “Procurando Nemo”, Remo?, Lemo? rsss), no meio de uma conversa no trabalho, uma colega interrompe e não é preciso mais nada para eu me esquecer completamente sobre o que estava falando… Uma semana depois, conversando com outra pessoa, comento sobre um livro e me lembro que era isso que eu estava falando naquele dia… Acho que nem a Dori demora tanto para se lembrar de alguma, né?

Em outro dia, me levanto da cadeira e dou a volta na mesa, mas quando chego do outro lado não me lembro mais o que tinha ido fazer lá… É claro que isso é comum acontecer quando estamos em casa, desconcentrados e tal… Mas no trabalho? Não é difícil saber que tiver que voltar para a minha mesa e me sentar novamente para conseguir me lembrar.

Outro fato que comprova a necessidade de férias é o constante incômodo com a preguiça e falta de competência de colegas, sendo que já estou cansada de saber que de nada adianta me incomodar…

Tudo isso se agrava quando o trabalho está presente em mais de 70% dos seus sonhos. E, para piorar, em pleno domingo, você está em uma padaria, tentando relaxar com um café da manhã daqueles, e na hora de pagar a conta, vê um folheto em cima do balcão e coloca na bolsa, pois pode te ajudar a levantar pautas…

Os sinais estão claros, né? Ah, mas não é nada tão grave que uma boa massagem ou a areia da praia não resolvam…

Um parêntese: acreditam que tive um namorado que dizia que 1 mês de férias por ano não é tão necessário assim? Para ele, devemos trabalhar bastante enquanto somos jovens.. rss.. Bom, eu ainda busco o equilíbrio das coisas. Pra mim,  trabalho também é importante, mas 11 meses por ano é bastante e 1 mês de descanso é mais do que merecido. Assim, se eu morrer antes de ficar velha ou rica, não terei perdido tanto…

Não dá?

1 de agosto de 2009

“Olho nos seus olhos e o que eu posso ler. Que eles ficam melhores, quando eles me lêem”
:: {Nos seus olhos, na voz de Nando Reis} :: 

Ontem, comentei com as meninas do trabalho que, ao ver o nadador César Cielo chorando, dá pra ter uma esperança de que, no fundo (beeem no fundo), os homens são sensíveis…

Hoje, olhando a cena desse menino (perfeito para um “ô, lá em casa!”) se emocionando de novo, quando os italianos bateram palmas durante o Hino Nacional Brasileiro, eu lembrei do assunto e resolvi escrever.

Então, mas isso foi só uma deixa para falarmos do assunto. Será que os homens são sensíveis? E não é de uma sensibilidade qualquer que estou falando. Não adianta só chorar ou fazer cara de pena… É de uma sensibilidade completa (e podem pensar, complexa?!) a qual estou me referindo.

Mas pra quê (os homens podem perguntar)?

Simples. Para fingir que nos entende (mesmo quando isso não é possível), para saber a hora certa de dizer a coisa certa (ou a errada) e não acabar com a noite à toa, para conseguir nos enganar sem nos magoar, para nos sentir…

Há homens que são capazes de sair com uma mulher em uma noite e, no dia seguinte, fingirem que nada aconteceu. Eles não têm noção do que significa tal atitude para uma mulher. Eles não entendem que isso nada tem a ver com o fato do encontro ter sido bom ou não de quererem repetir a dose ou não. Para eles, tem! Eles acham que não falar mais com ela é um sinal de que não gostou e tudo bem.

Mas, alguns homens são sensíveis. Eu conheço vários. Porém, até pra isso é preciso ter limites, certo? Eles não conseguem conciliar as coisas. Aqui, entra aquele famoso “tudo ou nada” que não rola.

Outro papo que surgiu lá no trabalho essa semana (lugar com muita mulher é isso, gente!) foi sobre um estudo que divulgaram falando da preferência das mulheres por homens rústicos.

É claro, tem que ter pegada, não é? Como disse uma das meninas, a mais quietinha da equipe atualmente, Lili: “Homem tem que ser homem, né”? É isso, entenderam?

Agora, resumindo para os homens entenderem do que estou falando: dá pra ter pegada sem ser grosseiro; dá pra ser sensível sem ser fraco; dá pra ser romântico sem ser meloso; dá pra proporcionar prazer sem privar-se dele; dá pra ser sincero sem apanhar; dá pra ser presente sem ser um grude; dá pra ser fiel sem ser corno; dá pra ser perfeito sem ser gay. Não dá?

*A música do Nando Reis é em homenagem a uma pessoa que vai me responder: “dá”.

Como se fosse possível…

23 de junho de 2009

  “Foi quase uma senha pra te tocar. Nem foi um sorriso, foi um sinal… Por trás das palavras, da raiva de tudo… Sorri pra tentar chegar em você… Foi como fugir pra nos proteger… Enquanto eu sorrir ainda posso esquecer… Ninguém tem razão, tenta me entender… E a gente é maior que qualquer razão”
:: {Quem, além de você?, na voz de Leoni} ::

… controlar os sentimentos, os sentidos, os pensamentos, os impulsos, os sonhos, os desejos!

Como se fosse possível…

… parar quando a vontade é seguir!

Como se fosse possível…

… arrancar de dentro do peito o que incomoda em um piscar de olhos!

Como se fosse possível…

… não errar de novo, tentando acertar!

Como se fosse possível…

… colocar a razão no lugar da emoção!

Como se fosse possível…

… confiar no incerto…

Como se fosse possível…

… saber o momento certo de botar o pé no freio, sem se machucar…

Como se fosse possível…

… não sofrer com medo do sofrimento…

Não é possível…

Um manual…

9 de junho de 2009

… um guia, uma receita, uma bula ou sei lá o que. Algo que deixe a vida mais simples, sem tantos erros, discussões, chateações… sem perda de tempo.

Como diz meu sábio pai: “a convivênia acaba com tudo que possa existir de bom entre as pessoas”. Isso é até engraçado, sabe!? Partindo do princípio de que quanto mais convivemos com as pessoas, mais a conhecemos, concluímos que ficaria, então, mais fácil lidar com as incompatibildades que poderiam surgir, certo? Não sei…

Às vezes, tenho a impressão de que com o passar do tempo os problemas da vida a dois só aumentam… Os defeitos ficam cada vez maiores e as qualidades cada vez mais imperceptíveis…

Aí, você pode me dizer: “quando amamos, tudo fica mais fácil, mais simples, mais belo…”. Também não sei… Não sei o quão grande e intenso esse sentimento deve ser para resistir a todas essas turbulências - naturais e reais.

E, é claro, que os exemplos não deixam de “buzinar” nos ouvidos. Outro dia, uma amiga, casada há apenas 3 anos, me disse que está na crise dos “3 anos”. É, agora não é mais crise dos 7 anos. Acho que tem crises de todas a idades.

A verdade é só uma. Precisamos estar dispostos a reinventar o amor, de um jeito simples, sem esperar muito em troca. O homem não deve pensar que a mulher tem a obrigação de providenciar uma lingerie nova pra apimentar a relação. Isso, já era! A mulher, por sua vez, não deve esperar que o homem leia seus pensamentos ou entenda as suas indiretas.

E haja disposição, não? Neste momento, não tenho…

Por isso, vou comer um chocolate para parar de pensar… Hummm, esse Suflair Duo (branco e preto) é tudo de bom!!!

*Como diria Mara De Santi: não recebi jabá da Nestlé, ok?

Quero mesmo é me perder…

10 de maio de 2009

  “Eu vou seguir a luz dos faróis que me lembram seus olhos
Vai ver que eles podem me ajudar a ver que não há de ser nada
Que nao há de ser nada
Eu vou por aí, eu vou por aí…
Pior de tudo é que a gente ainda vai se ver
Ando em ruas que não sei o nome
Pra me perder…”
:: {Vê se me esquece, na voz de Ana Carolina} ::

Ah, o mar…

18 de abril de 2009

  “Entre as coisas mais lindas que eu conheci, só reconheci suas cores belas quando eu te vi. Entre as coisas bem-vindas que já recebi. Eu reconheci minhas cores nela, então eu me vi. Está em cima com o céu e o luar. Hora dos dias, semanas, meses, anos, décadas. E séculos, milênios que vão passar… E as coisas lindas são mais lindas quando você está. Hoje você está! Onde você está? As coisas são mais lindas porque você está…”
:: {As coisas tão mais lindas, na voz de Cássia Eller} ::

Em poucas palavras…

12 de abril de 2009

“Aprendi com as primaveras a me deixar cortar para poder voltar sempre inteira”
Cecília Meireles

  “Quem inventou o amor, me explica por favor. Enquanto a vida vai e vem, você procura achar alguém, que um dia possa lhe dizer ‘quero ficar só com você”
:: {Antes das seis, na voz da Legião Urbana} ::

Explicar o quê?

O frio na barriga, o coração disparado, a vontade de estar perto, o desejo de ouvir coisas bonitas e de querer compartilhar até aquela última bolacha do pacote…

São coisas que já sabemos ser inexplicáveis, mas, a cada nova paixão, buscamos nova explicação. Por quê? Não podemos simplesmente viver intensamente enquanto durar, sem pressão, sem cobranças, sem planos, sem futuro? Por que sofremos tanto com as separações?

E as regras? Aquelas que nos ajudam a saber se o sexo oposto está mesmo a fim, se podemos dar bandeira do que estamos sentindo…

Elas também não existem, como já sabemos! No início, até encontramos esses sinais, mas eles só existem na nossa cabeça. Depois que passa o fervor da paixão, as cortinas se abrem, e tudo fica mais do que óbvil.

A verdade é que quando somos atingidos por essa coisa, nada mais é óbvio. Vemos o que não existe, sim! A gente aumenta tudo, simplifica tudo, agüenta tudo, explode por tudo.

Hoje assisti ao filme “Ele não está tão a fim de você”. Uma comédia romântica, água com açúcar, mas bem bonitinha…  Os atores são bons (e lindos!)… Ah… dá pra pensar em tudo isso que escrevi e no que é a verdadeira instituição CASAMENTO… Nos faz rir também…

* Juro que nunca fiquei grudada no telefone no dia seguinte, nem consultei o e-mail mais de 100 vezes no dia, muito menos deixei recado na caixa postal, tá?

  “Sobre o poder da criação, não, não precisa se estar nem feliz, nem aflito. Nem se refugiar em lugar mais bonito, em busca da inspiração. Não, ela é uma luz que chega de repente. Com a rapidez de uma estrela cadente, que acende a mente e o coração…”
:: {Poder da criação, na voz de Diogo Nogueira} ::

 

Após outro branco…
… estou de volta!!!
Sabe, este espaço sou eu… ele tem fases, como eu… E põe fases nisso, não?!
E o pior (ou melhor), elas duram cada vez menos tempo…

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